segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Almenara


“Almenara – os dicionários e enciclopédias explicam – era um fogo, uma luz que se acendia nas atalaiais ou torres de antigas cidades. Para dar sinais, avisar o povo sobre o movimento de tropas inimigas ou da chegada de piratas e assaltantes, servindo, ainda, para enviar mensagens, quando transportada de uma área para outra. Anunciava também a deposição do rei. Permanentemente acesa, guiava os caminheiros da noite. É um farol de terra, um nome antigo de candeeiro, a defesa luminosa de um burgo em tempo de perigo.”
Mario da Silva Brito, na orelha de Almenara (Lucila Nogueira; 1979)

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